Prática
Treinar a equipe de redes: as cinco regras que evitam 90% dos problemas
Quem publica costuma ser o mais novo da equipe, com o celular na mão e pressa. É ele que precisa saber.
28 de julho de 2026 · 4 min de leitura
A pessoa que aperta "publicar" numa campanha raramente é a que estudou a resolução. É alguém jovem, rápido, com o celular na mão. O treinamento tem que caber na cabeça dessa pessoa, no meio da correria.
As cinco regras
1. Toda peça sai identificada. Se foi feita ou alterada por IA, tem que estar escrito na imagem. Se é propaganda, a tarja vai junto. Sem exceção "só dessa vez".
2. Ninguém entra na peça sem autorizar. Vale para eleitor, adversário, autoridade e artista. Se você não sabe se pode, não pode.
3. A legenda não pode afirmar o que a imagem não prova. "Estivemos juntos" numa montagem é o erro mais caro e mais fácil de cometer.
4. Não pagamos impulsionamento fora do canal oficial. Nem com o cartão pessoal, nem "para testar".
5. Na dúvida, não publica. Segura e pergunta. O custo de atrasar uma hora é zero. O de tirar do ar depois, não.
Como o treinamento tem que ser entregue
Não em reunião de duas horas. Em uma imagem, no grupo da equipe, que a pessoa consegue reabrir no momento da dúvida.
Treinamento que só existe na memória de uma reunião não existe às onze da noite, quando a peça precisa sair.
O plantão
Ter alguém acessível para responder "posso publicar isso?" em minutos vale mais que qualquer manual. Defina quem é, em cada turno, e deixe o número visível.
O que revisar sempre, mesmo com pressa
- A imagem tem identificação?
- Tem gente na peça que não autorizou?
- A legenda afirma algum fato?
- O número está certo?
Quatro perguntas. Trinta segundos.
Quer isso resolvido no processo, não na revisão?
O Santinho Digital entrega a peça com identificação de IA, tarja legal e consentimento registrado, em cada foto que o eleitor gera.
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Santinho Digital