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Prática

QR Code em material de campanha: onde funciona e onde é enfeite

Adesivo, panfleto, carro de som e camiseta pedem tratamentos diferentes. Distância e tempo de leitura decidem o tamanho.

1 de agosto de 2026 · 4 min de leitura

QR Code é a ponte mais barata entre o material impresso e o digital da campanha. Também é o elemento mais mal executado: aparece pequeno demais, em lugar errado, ou apontando para uma página que não abre no celular.

A regra de tamanho

O tamanho depende da distância de leitura. A conta prática:

lado do código ≈ distância de leitura ÷ 10

OndeDistânciaLado mínimo
Panfleto na mão30 cm3 cm
Adesivo de carro2 m20 cm
Placa de rua5 m50 cm
Carro de som em movimentonão funciona

Carro de som em movimento é o caso clássico de QR que ninguém lê: não há tempo de parar, enquadrar e focar.

Onde funciona de verdade

Os quatro erros que impedem a leitura

  1. Contraste baixo. Código colorido sobre fundo colorido. Escuro sobre claro, sempre.
  2. Sem margem. O código precisa de uma borda branca em volta. Sem ela, muitos leitores falham.
  3. Sobre imagem. Código em cima de foto não lê.
  4. Distorção. Esticar para caber no espaço quebra a leitura.

O destino importa mais que o código

O QR leva a algum lugar. Se esse lugar demora a abrir em rede ruim, o eleitor desiste antes.

Teste obrigatório: escaneie o material impresso final, com um celular simples, em rede móvel. Não teste no PDF do monitor.
Ressalva. Este texto é orientação prática de produção, não parecer jurídico. As obrigações de propaganda eleitoral estão em lei e em resoluções do TSE que mudam a cada ciclo, e a aplicação depende do caso concreto. Antes de rodar campanha, valide o material com o advogado responsável.

Quer isso resolvido no processo, não na revisão?

O Santinho Digital entrega a peça com identificação de IA, tarja legal e consentimento registrado, em cada foto que o eleitor gera.

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