Mídia espontânea
Reta final: como usar a base que você levou meses construindo
É na última semana que a base engajada vale mais que qualquer verba. Desde que ela saiba o que fazer.
5 de julho de 2026 · 5 min de leitura
Na última semana, a verba de mídia está no fim e a atenção do eleitor está no auge. É o momento em que a base construída ao longo de meses decide.
O que ela precisa receber
Material novo. Reaproveitar peça de dois meses atrás sinaliza campanha sem fôlego. Uma leva nova, específica para a reta final.
Instrução clara. O que compartilhar, quando, com quem. Não texto pronto — orientação.
Motivo de urgência. É o único momento em que "falta pouco" é verdade e funciona.
O ritmo da última semana
| Momento | Foco |
|---|---|
| Semana anterior | Reforço de número, prova social |
| Últimos 3 dias | Urgência, mobilização |
| Véspera | Instrução prática, agradecimento |
| Dia | Nada organizado |
O último item é o que mais derruba campanha: automação esquecida disparando no dia da votação, sem ninguém para tirar do ar.
O que preparar com antecedência
- Kit da reta final, pronto e revisado
- Peças de agradecimento, para depois do encerramento
- Escala de plantão para os últimos dias
- Lista de automações a desligar, conferida item a item
- Jurídico acessível
O erro de gastar tudo antes
Campanha que queima a verba nas primeiras semanas chega na reta final dependendo só do orgânico — e, se não construiu base, não tem orgânico.
A base é justamente a reserva estratégica. Ela não acaba, mas precisa ter sido construída.
Na última semana não dá para criar apoiador. Só dá para ativar quem já está lá.
A peça mais eficaz da reta final
A que o eleitor gera com ele mesmo e posta. Ela concentra tudo: prova social, alcance sem custo, confiança de quem conhece, e reforço do número no momento em que ele mais importa.
Quer isso resolvido no processo, não na revisão?
O Santinho Digital entrega a peça com identificação de IA, tarja legal e consentimento registrado, em cada foto que o eleitor gera.
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Santinho Digital