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O que acontece com a selfie do eleitor depois que ele envia

A pergunta que todo apoiador desconfiado faz. Ter uma resposta clara é o que destrava o envio.

2 de julho de 2026 · 5 min de leitura

"Mas para onde vai a minha foto?" é a primeira pergunta de quem hesita. Campanha que não sabe responder perde o envio ali mesmo.

O caminho correto, passo a passo

  1. Consentimento exibido antes do envio, com finalidade e prazo
  2. Envio da imagem por conexão segura
  3. Uso único: gerar a peça daquela pessoa
  4. Entrega ao eleitor
  5. Descarte automático da imagem original em prazo curto
  6. Permanece apenas o registro de que houve consentimento, sem o rosto

O que nunca deve acontecer

O último merece destaque. Alguns serviços de IA usam o que recebem para treinar. Em campanha eleitoral, com rosto de eleitor, isso é inaceitável, e precisa estar contratualmente vedado com o fornecedor, não apenas prometido.

Se você não consegue dizer em uma frase o que acontece com a foto, o eleitor não vai enviar.

A resposta que funciona

"Sua foto é usada só para gerar a sua peça e é apagada logo depois. Ela não vai para lista nenhuma."

Curta, verdadeira, verificável. Se qualquer parte não for verdade na sua operação, conserte a operação, não a frase.

Por que o prazo curto protege a campanha

Arquivo guardado é passivo. Vazamento de banco com selfies de eleitores seria um dos piores incidentes possíveis numa campanha, e o valor de manter esses arquivos é zero: a peça já foi entregue.

O queOnde fica
Selfie originalApagada em prazo curto
Peça finalCom o eleitor
Registro do consentimentoGuardado, sem imagem

Transparência como conversão

Explicar o processo não é só conformidade — aumenta envio. A hesitação vem da incerteza, e a incerteza some com uma frase clara na tela certa.

Ressalva. Este texto é orientação prática de produção, não parecer jurídico. As obrigações de propaganda eleitoral estão em lei e em resoluções do TSE que mudam a cada ciclo, e a aplicação depende do caso concreto. Antes de rodar campanha, valide o material com o advogado responsável.

Quer isso resolvido no processo, não na revisão?

O Santinho Digital entrega a peça com identificação de IA, tarja legal e consentimento registrado, em cada foto que o eleitor gera.

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