Prática
Vídeo vertical em campanha: os primeiros três segundos decidem
Legenda queimada, rosto grande e a informação principal antes do quarto segundo. O resto é detalhe.
22 de julho de 2026 · 5 min de leitura
Vídeo vertical é o formato dominante e o mais mal executado em campanha. O erro quase sempre está nos três primeiros segundos.
A maioria assiste sem som
Esse único fato reorganiza toda a produção:
- Legenda queimada no arquivo, não legenda automática da plataforma
- A mensagem principal precisa funcionar muda
- Áudio é reforço, não veículo
Legenda automática erra nome próprio, erra número e some quando o vídeo é baixado e reenviado.
Os três primeiros segundos
O eleitor decide continuar ou rolar antes do quarto segundo. Nesse intervalo tem que haver:
- Um rosto, grande
- Movimento
- A informação central, escrita
Vinheta de abertura com logo girando consome exatamente esse tempo, e entrega nada.
Se o seu vídeo começa com logotipo, ele começa no quarto segundo.
Duração
| Uso | Duração |
|---|---|
| Peça de reforço de número | 6 a 10 s |
| Recado do candidato | 15 a 30 s |
| Explicação de proposta | até 60 s |
Acima de um minuto, a queda de retenção é brutal, e o trecho que importa costuma estar no fim, que ninguém viu.
Enquadramento
Rosto no terço superior. A parte de baixo da tela é coberta por legenda da rede, nome de usuário e botões.
Filme em 1080×1920. Não filme horizontal para cortar depois: o corte tira exatamente o enquadramento que você compôs.
Peso e acessibilidade
- Arquivo que abre em rede fraca
- Legenda com contraste real, não texto branco fino sobre fundo claro
- Sem depender de piscadas rápidas ou movimento agressivo
O erro final
Publicar o mesmo vídeo horizontal do YouTube no story, com tarjas pretas em cima e embaixo. Sinaliza descuido, e o eleitor lê isso.
Quer isso resolvido no processo, não na revisão?
O Santinho Digital entrega a peça com identificação de IA, tarja legal e consentimento registrado, em cada foto que o eleitor gera.
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Santinho Digital